Autor Tópico: O Lobisomem Português: Albano Beirão  (Lida 720 vezes)

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O Lobisomem Português: Albano Beirão
« em: Setembro 18, 2017, 02:59:13 pm »
Olá Amigos,

Este tema é sempre interessante a questão dos Lobisomens, existem ou existiram, verdade ou mito,  crendice , mitologia.
Como eventualmente será do conhecimento existe uma explicação para este facto de Possessão/Subjugação Total.

Não sei se já tinham ouvido falar do Albano Beirão, um caso muito interessante de ser analisado e colocado sob estudo para as nossas conclusões.

No programa da CMTV - Sinais do Além ,  também foi referido um caso em Vera Cruz , aldeia alentejana, onde testemunhos vivos, relatam a captura e cura do individuo entre outras situações.

Aguardamos os vossos comentários e opiniões sobre a questão,

Uma pequena amostra do texto - Fonte : pt.wikipedia.org

Nasceu na aldeia de Aveloso, concelho da Mêda, distrito da Guarda, em 1884, filho de António Beirão (natural das Asturias) e de Felícia de Jesus (natural de Aveloso)[1]. A partir dos 7 anos de idade começou a ser vítima de uns estranhos ataques que o transfiguravam por completo, que nunca chegaram a ser devidamente diagnosticados ou explicados, e que lhe conferiam poderes sobrenaturais. Deixava de conhecer as pessoas, ficava com uma força descomunal e com uma extrema agilidade, perdia peso e dava saltos enormes, inconcebíveis, trepava pelas paredes, rebolava-se pelo solo, corria e uivava como um lobo ou um cão, percorrendo as estreitas ruas da aldeia, de dia ou de noite, estarrecendo os moradores. Deixou de frequentar a escola porque colegas e professor lhe tinham verdadeiro horror.

Os ataques passaram a ser frequentes e os habitantes, embora com receio, acabaram por se acostumar ao "Albaninho" ou "Albano do Mal", como lhe chamavam. Diziam que o jovem era possuído por um "espírito ruim" que o deixava naquele estado. À soleira das portas, colocavam-lhe bacias cheias de água que Albano sorvia sofregamente em quantidades imensas. Contam-se muitas histórias acerca das suas proezas. Costumava subir ao pelourinho da aldeia de cabeça para baixo e as pernas para cima e chegando ao topo da coluna fazia o pino sobre a cabeça. Andava de roupa interior, mas apesar das suas correrias violentas nunca rompeu a roupa. Metia-se nas tocas das raposas e expulsava-as de lá mais as suas crias; dava coices às mulas; trepava aos moinhos e por lá andava a brincar; ou então, à cabeçada, deitava abaixo portões de ferro.


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Offline Athena

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Re: O Lobisomem Português: Albano Beirão
« Responder #1 em: Outubro 07, 2017, 01:40:57 pm »
Poderia ser caso de mediunidade de incorporação?
A religião do futuro será cósmica e transcenderá um Deus pessoal, evitando os dogmas e a teologia.
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Re: O Lobisomem Português: Albano Beirão
« Responder #2 em: Outubro 09, 2017, 06:57:24 am »
Nesta situações extremas de obsessão ( Obsessão por Subjugação ) pode existe medidunidade associada, mas não é condição essencial.

O facto principal é a fragilidade Moral do Espírito, bem como as questões do seu passado, que o coloca numa situação em que fica  totalmente impossibilitado proteger das entidades obsessoras e perseguidoras, configurando e classificando num caso de Lincantropia.

Estas situações extremas  existem e se registam ainda hoje nos Hospitais de tratamento psiquiátrico onde os " Doentes" manifestam situações de acções como sendo cães, gatos, burros ou mesmo de macacos.

São questões muito dramáticas e complicadas de resolver, não impossíveis, mas requerem tempo, apoio especializado tanto ao nível Espiritual como da medicina convencional, sendo que esta ultima sozinha não conseguirá tratar a perturbação, uma vez que o problema não é físico mas sim Espiritual.

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