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Enigmas & Mistérios / Monges viram asteroide no Sec XII
« Última mensagem por Athena em Junho 26, 2018, 10:55:11 am »
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Galileu Galilei utilizou o telescópio para aprofundar os conhecimentos da humanidade sobre astronomia, mas muito antes dele o céu já era observado e analisado — ainda que nem sempre de forma eficiente, seja por falta de equipamentos ou conhecimento dos observadores.

Mesmo com essas limitações, Copérnico conseguiu entender que a Terra girava ao redor do Sol, mas não eram raros os casos em que fenômenos naturais ganhavam conotações de milagres religiosos. Essas situações eram registradas, mas, devido à forma rudimentar como acontecia, hoje são um desafio para os astrônomos.

Explosão lunar
No ano de 1178, um grupo de monges da Cantuária, na atual Inglaterra, testemunhou uma grande explosão na Lua. O acontecimento foi registrado por Gervásio da Cantuária e parece ter sido um evento de grandes proporções, segundo suas próprias palavras:
"Agora, havia uma clara lua nova, como era habitual naquela fase, e seus chifres estendiam-se para o leste; e eis que de repente o chifre superior foi dividido em dois. Do meio de sua divisão, uma tocha acesa saltou, lançando um longo caminho, chamas, brasas e faíscas. Também, o corpo da lua que estava mais baixo, torcido como se estivesse ansioso, e nas palavras daqueles que me contaram e viram com seus próprios olhos, a lua palpitava como uma cobra esmurrada. Depois disso, retornou ao seu estado adequado."
Quando ele menciona “chifres” na Lua, se refere às partes laterais mais finas que se mantêm iluminadas quando ela está parcialmente obstruída pela Terra. A descrição deixa claro que o brilho foi intenso e ocupou uma grande área do satélite, o que equivaleria a um meteoro com dezenas, senão centenas, de quilômetros de diâmetro. Gervásio registrou também que os monges que viram o acontecimento estavam dispostos a fazer um juramento a respeito, e isso era algo bem relevante na época.

Explosão misteriosa
O geólogo Jack B. Hartung se interessou pela questão após ler um registro do fato presente em um livro escrito por Isaac Newton. Depois da análise do texto original, junto dos conhecimentos atuais sobre a geografia da Lua, ele chegou à conclusão de que os monges testemunharam a formação da cratera Giordano Bruno. Ela é a mais recente registrada, e sua hipótese foi aceita por anos, mas alguns pontos ainda não faziam sentido.

O primeiro fato é que não se tem certeza sobre quando exatamente a cratera surgiu; pode ter sido há 800 ou 10 milhões de anos. Outro fato é que a cratera possui 22 quilômetros de largura e, para sua formação, seria necessário um asteroide com dimensões de 1 a 3 quilômetros de diâmetro.

Um corpo celeste com essas dimensões seria uma grande ameaça ao nosso planeta, caso não parasse na Lua. Os pesquisadores não acreditam que algo com tamanha magnitude tenha sido registrado somente por monges, pois seria impressionante para qualquer pessoa.
Tudo depende do ponto de vista
O assunto foi retomado em 2001 por Paul Withers, um estudante da Universidade do Arizona. Intrigado com o evento e considerando a hipótese levantada pelo geólogo, ele calculou as reações que um meteoro daquele tamanho causaria e chegou à conclusão de que um evento como esse espalharia detritos por toda a atmosfera terrestre.
Tudo o que um dia preencheu a cratera Giordano Bruno seria lançado no espaço, gerando o que ele chamou de "maior show de fogos da história". Seria impossível não testemunhar algo desse tamanho; ou seja, alguma coisa aconteceu naquela noite, mas não foi o choque de um meteoro na Lua.

Atualmente, a grande parte dos astrônomos concordam que o evento registrado pelos monges naquela noite foi a entrada de um meteoro na atmosfera, simples assim. A grande questão é que esse corpo celeste teria entrado bem na direção dos religiosos e, coincidentemente, alinhado com a Lua. Isso pode ter causado a sensação de que houve uma explosão no satélite, mas só do ponto de vista deles foi tão impressionante.
Nunca teremos certeza sobre o que de fato ocorreu, porém esse é um bom exemplo de que sempre devemos considerar e analisar todas as possibilidades


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Enigmas & Mistérios / Som do Planeta Terra
« Última mensagem por Athena em Junho 20, 2018, 01:55:04 pm »


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Criaturas lendárias & Lendas / Re: Lenda do Castelo de Almourol
« Última mensagem por Hugão em Junho 07, 2018, 12:00:49 pm »
Muito fixe... Gosto muito do castelo...
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Ovnilogia / Re: Factor RH - Sangue Alienígena
« Última mensagem por Hugão em Junho 07, 2018, 11:51:56 am »
É verdade Gens, é verdade... O poder da mente é uma coisa brutal... Se aprendermos e nos esforçarmos em programá-la, conseguimos coisas sobrehumanas
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Criaturas lendárias & Lendas / Lenda do Castelo de Almourol
« Última mensagem por maryn em Outubro 27, 2017, 03:02:43 pm »
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Durante a Idade Média, o Castelo de Almourol suscitou a criação de numerosas lendas, às quais não foram decerto alheias a beleza natural do lugar e a harmonia da construção. Uma delas é a de D. Ramiro, alcaide do Castelo de Almourol. Conta a lenda que, voltando cheio de sede de uma campanha guerreira, encontrou duas formosas mouras, mãe e filha, que traziam com elas uma bilha de água. D. Ramiro pediu à filha que lhe desse de beber. Esta, assustou-se e deixou cair a bilha. Enraivecido, D. Ramiro matou-as. Nesse momento apareceu um rapazinho de 11 anos, filho e irmão das assassinadas. O cavaleiro logo ali o fez cativo e trouxe-o para o castelo. Quando chegou, o pequeno mouro jurou que se vingaria na mulhar e na filha de D. Ramiro, duas damas muito belas. Tempos depois, a mulher do castelão definhou e acabou por morrer, vítima de venenos que o mouro lhe foi dando a pouco e pouco. Porém, não conseguiu matar Beatriz, a filha de D. Ramiro, porque os dois se apaixonaram. Um belo dia, D. Ramiro chegou ao Castelo na companhia de outro alcaide, a quem tinha prometido a mão de sua filha. Os jovens apaixonados, inconformados com a sorte que os esperava, fugiram sem deixar rasto. D. Ramiro morreu pouco depois, vitimado pelo desgosto. O castelo, abandonado, caíu em ruínas. Dizem que, nas noites de S. João, D. Beatriz e o mouro aparecem, abraçados, na torre grande do castelo. A seus pés, D. Ramiro implora perdão, mas o mouro inflexível responde-lhe com dureza: - MALDIÇÃO!
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Criaturas lendárias & Lendas / A Lenda do Arrepiado
« Última mensagem por maryn em Outubro 27, 2017, 03:00:05 pm »
Recortada contra o azul do céu, a silhueta imponente do Castelo de Almourol, evoca um passado povoado de personagens lendárias, de guerreiros e de heróis, de mouras encantadas e misteriosas donzelas. Todo um imaginário de sonho vivificando de imaginário a História e a Cultura das populações vizinhas do milenar castelo. A imponente construção medieval ergue-se na pequena, mas agreste e solitária, ilha de Almourol no meio do formoso e vasto Tejo, ali engrossado pelas águas do luso Zêzere. Das suas elevadas torres avista-se uma paisagem deslumbrante. Perto, prende-nos a atenção a risonha e mourisca povoação do Arripiado. O seu nome remete para uma lenda a que não falta nenhum dos ingredientes requeridos pela arte narrativa do povo de riba Tejo: cavaleiros sedutores e jovens de divina formosura vivem amores ora contrariados ora bem conseguidos. E tudo acontece naquele lugar privilegiado pela natureza, um lugar disputado pelos homens e pelos deuses: a surpreendente ilha de rochas reluzentes destacadas do areão de seixos doirados. Ilha verde e ocre, sombreada de frescos salgueirais e de copados sobreiros e azinheiras. Quando um frémito de aragem percorre a ramaria, a moldura esmeraldina reflecte-se no espelho mágico do rio. Pescadores e homens serranos navegam as águas profundas e descansam nas aprazíveis praias do Tejo. Casario branqueja nas encostas marginais do grande rio. As povações do Arripiado, do concelho da Chamusca, e logo além Tancos, do concelho de Vila Nova da Barquinha, apresentam aos olhos do viajante as marcas de um Passado que se desdobra também na aventurosa gesta de desbravar a terra e o rio e as matas. Povoações que testemunham a luta quotidiana, vivida ao longo dos tempos, por povos de dferentes civilizações. Almourol, a pitoresca ilha tagana, era já um castro romano na Era de César. Na decadência do Império Romano, a arruinada fortaleza foi convento e ermitério. A situação estratégica determinou o oscilar da sua posse por senhores de exércitos, por nobres poderosos. No periodo de declinio da dominação muçulmana, algumas épocas de agitação seguem-se a tempos de pacifica convivência entre moçárabes e os cristãos descendentes dos godos. Em Almourol vivia-se ao sabor de algaras mouriscas e de fossados dos cavaleiros cristãos que acompanhavam os cruzados nas lutas pela Reconquista. Reza a tradição que, no século X, a ilha tinha sido conquistada pelo temido Ibne Baqui, filho do lendário Xurumbaque. Este era um Mouro dotado de forças superiores. Feito prisioneiro pelos nórdicos da Normandia, logrou escapar-se-lhes. Conheceu palmo a palmo a região galega e, mais tarde, as terras taganas. Era já muito velho, quando decidiu marcar os seus dominios e instalar-se, em recônditos e inacessiveis lugares, entre serranias e rios profundos, numa região da antiga Lusitania, entre Coimbra e Santarém. A ilha de Al Mourol foi reforçada e dotada de uma zona de residência e de lazeres. Uma luxuosa alcaçaba, onde Ibne Baqui dividia o seu tempo entre aventuras guerreiras e os prazeres da música e da poesia. Al Mourol era um luger de paz e de recolhimento e uma atalaia vigilante. O poderoso muçulmano amava muito a sua mulher, a doce Fata, da tribo de Micnesa. Ambos se orgulhavam de sue filha Ari, uma jovem de rara beleza e invulgar talento. Os seus cânticos dulcificavam o coração dos guerreiros de Alá . A sua elegância e arte de bailarina eram afamados em todo Al Andaluz. De Beja, por uma madrugada de Maio, chegou uma luzida embaixada. Logo, Ibne Baqui mandou que todos os barqueiros e pescadores do rio se preparassem para acolher e transportar para Al Mourol o seu amado e velho irmão e toda a luzida comitiva que de tão longe viera visitá-lo. Ibne Xurami, senhor de imensa fortuna e invencível poderio militar, ouvira falar de Ari. Por ela, se decidira a vir negociar um casamento que haveria de reforçar ainda mais os descendentes do heróico Xurumbaque. A doce Ari veio a saber pelo zum-zum das belas mulheres do Pátio das Estrelas o que estava a acontecer. Uma nuvem negra parecia-lhe pairar sobre a sua juventude. Desde menina que ela amava Mem Roderico, moçárabe influente, mensageiro da paz em muitas questões e rivalidades entre mouros e cristãos. Também ele amava perdidamente a formosa Ari. Esperavam ocasião asada para convencerem os pais de ambos a permitirem o seu casamento. Depois de um longo serão de festejos, Ari esperou que o pai e a mãe se dirigissem para os seus aposentos e pediu-lhes para a ouvirem. Confiada no amor dos seus progenitores, Ari confessou-lhes o seu romance com Mem Roderico. E, rojando-se no lajedo, jurou-lhes que não suportaria nunca casar-se com o velho tio. Irado, Ibne Baqui mandou que metessem a filha na mais alta torre da fortaleza. E, para que não tentasse fugir, dizem as pessoas antigas, que "Piaram-a, isto é, ataram-na pelos pés como se fazia às cavalgaduras ruins de amansar. Ari peada, morria de saudade e paixão. Certo dia, por uma estreita fresta, entrou uma pomba branca que trazia presa a um laço no pé uma mensagem. Era a notícia de que o seu amado Mem Roderico tinha sido morto numa cilada pelos soldados de Ibne Baqui. Nesse mesmo instante a alma pura da infeliz Ari deixou o seu formoso corpo. Ari peada voou no corpo da pomba branca e foi poisar na campa de Roderico, lá em baixo, frente ao Tejo, no branco cemitério da povação que o povo passou a chamar de Aripeada, a branca e bela povação do Arripiado.
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Criaturas lendárias & Lendas / Re: Lenda da ponte de Aliviada - Marco de Canaveses
« Última mensagem por Espirito em Outubro 26, 2017, 05:30:17 pm »
Boas ,
Umas fotos era de valor , tornava a coisa mais palpável ;D
Quando for possível mete aqui uma foto da Ponte.
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Criaturas lendárias & Lendas / Re: Lenda da ponte de Aliviada - Marco de Canaveses
« Última mensagem por Amunet em Outubro 26, 2017, 02:09:49 pm »
Esta conheço eu, é na minha terra ;)
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Criaturas lendárias & Lendas / 5 Lendas urbanas assustadoras espalhadas pelo mundo
« Última mensagem por Nice_Man em Outubro 26, 2017, 09:34:20 am »
As lendas urbanas são muitas vezes histórias emocionantes, que contêm muitos elementos folclóricos. É por isso que muitas vezes elas se espalham rapidamente através de uma comunidade ou sociedade. Os contos são contados de forma dramática, como se fossem verdadeiras histórias que são relacionadas com a verdade.
Elementos regionais são muitas vezes adicionados a lenda, mas por incrível que pareça, muitas vezes você vai ouvir a mesma história em diferentes versões em todo o mundo. Lendas urbanas muitas vezes carregam uma advertência ou tem algum significado.
Conheça agora algumas lendas urbanas assustadoras espalhadas pelo mundo:

O Doberman Engasgado

Essa história, vinda direto dos cangurus da Austrália, conta que um casal chegou de uma noite de bebedeira e encontrou seu cachorro engasgando na sala. A mulher levou o bicho para um veterinário 24h e, enquanto estava voltando para casa, recebeu uma ligação do médico pedindo para que ela e o marido fugissem imediatamente. Sem saber muito bem por que, eles atenderam a ordem, fugiram de casa e chamaram a polícia. Já com os policiais, a mulher pergunta o que aconteceu. A resposta é aterrorizante: aparentemente, o cachorro havia engasgado com um dedo de um prisioneiro foragido que tentou invadir sua casa.

A mulher com o rosto cortado

Esse mito asiático conta que uma bela mulher um dia traiu o seu marido com um homem mais novo e bonito. Ao descobrir tal traição, o cônjuge, em um ataque de raiva, cortou o rosto da esposa de orelha a orelha usando uma espada.

Alguns dizem que além da agressão do marido, a mulher foi amaldiçoada a nunca descansar em paz e ficar vagando pela Terra com uma máscara cirúrgica no rosto. Se você encontra-la por aí, ela te perguntará “Eu sou bonita?” e, depois de uma resposta positiva, ela tira a máscara e rebate “E agora?”. Quem não continua com a mesma opinião, ou se assusta com a face cortada, sofre uma terrível e dolorosa morte.

A morte branca

Conta a lenda que uma garotinha na Escócia odiava tanto sua própria vida que decidiu apagar todos os traços de sua existência e suicidar-se. Após descobrir o que havia acontecido, todos os familiares da menina também morreram alguns dias depois.

A parte sinistra é a seguinte: se você sabe sobre a Morte Branca, há chances do fantasma da menina bater na sua porta frequentemente, uma batida mais alta do que a outra. E, ao abrir, o fantasma te mata temendo que a sua história se espalhe. E aí, vai passar a história para frente?

Elisa Day

Na Europa medieval existia uma menina muito bonita que encantava todos em sua pequena cidade, o nome dela era Elisa Day. Sua aparência era sempre comparada com as rosas vermelhas. Um dia, um jovem estranho veio até a sua cidade e se apaixonou por Elisa.

Eles namoraram por três dias. No primeiro, o jovem foi até a casa dela. No segundo, ele levou uma única rosa vermelha para ela. Por fim, no terceiro dia ele pediu que Elisa o encontrasse na beira de um rio, onde rosas vermelhas cresciam na margem. Enquanto a jovem estava de costas, o rapaz pegou uma pedra e matou Elisa. Ele ainda prendeu uma rosa vermelha entre os lábios do cadáver.

Abduções alienígenas de Zanfretta

Fortunato Zanfretta foi abduzido por alienígenas chamados Dragos do planeta Teetonia. Durante o período de 1978—1981, ele teria sido abduzido diversas vezes. Os relatos de Zanfretta são considerados os mais detalhados do mundo.

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Criaturas lendárias & Lendas / Lenda urbana: Farmer John Meat Packing Plant
« Última mensagem por Nice_Man em Outubro 26, 2017, 09:30:59 am »
Na tarde de outubro de  1964 os dois filhos do dono da fábrica Farmer John's Meat Packing Plant Nelson e Sarah, sumiram depois que a babá saiu por um instante e os deixou sozinhos, e seu pai John Warren, mal sabia que jamais voltaria a ver os filhos, uma busca incessante foi feita, mas os corpos das crianças nunca foram encontrados, apenas alguns restos, dois dias depois as dúvidas de seu assassinato logo caíram sobre seu tio, que tinha problemas mentais  que o tornava instável, e ainda possuía um agravante, ele trabalhava jogando os corpos dos animais no moedor de carne; logo a noticia foi dada a John, que teve um colapso nervoso e piorou depois que os exames concluíram que haviam restos humanos no moedor, a fábrica foi
interditada, e as autoridades locais recomendaram que ninguém mais comesse ou comprasse os produtos produzidos pela John's Farmer, o tio foi enviado para um hospício penal e John Warren foi encontrado morto na sala da caldeira, aparentemente se suicidando por enforcamento, os restos das crianças nunca foram encontrados totalmente, e a fábrica foi fechada e vendida para outros proprietários.
Mais tarde, pela metade da década de 70, os proprietários atuais, registraram uma ocorrência de vandalismo, alegando que duas crianças, um menino e uma menina sempre corriam ao redor da fábrica, o que era reforçado pelos funcionários, que diziam ver essas mesmas crianças brincarem, mas depois de algum tempo, algumas pessoas pediram demissão alegando que viram um homem jogar duas crianças no moedor e logo desaparecia no ar, o que fez ressuscitar as lendas em torno do local, levando os novos donos a fecharem a fábrica.
Em 1984 um policial estava patrulhando a área, quando acionou a polícia e chegando lá, encontraram um homem morto pendurado no frigorifico, com uma frase escrita no peito: " eu os matei", mais tarde o corpo foi identificado, pertencia a James Warren, o tio das crianças.
Todo ano durante o mês de outubro quando ainda existia a fábrica, duas crianças podiam ser vistas, correndo e brincando ao redor do edifício abandonado, e para os mais corajosos, que decidiam seguir as crianças correndo dentro da fábrica, elas  levam até o fantasma de um homem morto pendurado e depois até a sala onde ficava o moedor de carne, e que, olhando dentro dava para ver pedaços de corpos triturados.
Em 2001 á fabrica foi derrubada, e em seu lugar foi construída uma casa, que por sinal é assombrada, por eventos bem estranhos.

Fonte: urbanlegendsonline.com
Fonte: playwithdeath.com
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